Não me empurrem

Hoje foi um dia daqueles, frutifero no ínicio e derradeiro no final, sim bem que ainda não acabou. Não gosto quando me empurram, se eu não andei ou é pq eu não achei ser a hora certa de andar ou pq simplesmente não quis, por isso digo não me empurrem, pq sou um amorzinho e quando digo amorzinho é zinho mesmo(daqueles chato tão boazinha q até dá raiva), mas quando me sinto embarreirada, empurrada ou ultrajada viro uma leoa, me transforme, tiro forças não sei de onde, mas me sinto com 300 anos de idade, sabedoria, peito, coragem e uma voz que só entono quando canto aparecem em momentos como esse. Isso é o q acontece quando alguém por algum motivo me toma.
Eu sou muito boa de lidar, eu cá e vc lá, sem encomodar ninguém, mas se me ferem eu enterro uma escalibur invisível em teu peito e te firo com 10.000 adagas voadoras e uma estaca de madeira. Isso não é instinto assassino, é forma defensiva de se viver, na minha vida não existe jogo, e sim a vida pura, suja, desmedida, mal-encarnada, bem adotada e acessivel para aqueles que querem e tentam viver em paz.
Sou tolerante com quem requer minha tolerância, sou sensível com quem precisa da minha sensibilidade, sou amavel com quem está ferida.
Porque não são assim comigo?! Já que nem todos conseguem ser oq "julgo" ser importante para se tratar as pessoas, peço então que não me empurrem, não estou na fila da merenda, nem do INSS. Espere sua vez de caminhar e não me empurrem.

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