Hoje decidi viver, e é assim que vou começar essa postagem falando da vida que decidi ter.
É nítida a minha falta de tempo para para pensar em coisas boas e produtivas que sei que sou capaz de fazer, mas as vezes me bate uma canseira do nada, uma vontade de parar de fazer coisas que eu ainda não fiz, mas que só em pensar que quero e posso fazer me cansa. Será preguiça isso, eu acho que já evolui no estágio da dita. Se tenho algo quero descobrir o que é e se assim for quero tirar de mim se não prestar. Ontem mesmo estive conversando com um casal de amigos gays que estão passando por uma crise no relacionamento, ambos são jovens, porém o relacionamento desgasta tanto os dois que eles sentem-se como se estivessem juntos a dez anos, quando o numero correto é dois anos. Enfim, deixei o meu lado ouvinte exalar e de certa forma me sinto madura quando o assunto é olhar o outro, então ouvi, debati durante duas horas o que eles tinham para falar, não eu não quero e nem estudarei psicologia, a minha parada é arte mesmo, mas descobri que tenho problemas em ouvir os outros quando o assunto sou eu e essa é a grande sacada. Estou tentando ser menos crítica e auto-defensiva. Olha na parede e vejo treis caricaturas a primeira (Natália) a segunda (Juliana) e por fim a última (eu Érica), treis caricaturas inacabadas, uma sem perna, outra sem olhos, outra sem cabelos e um dilema - Por que estou tão bloqueada?
Tenho vontade de falar ao mundo de falar pro mundo e cantar, dançar, gritar pro mundo. Mas me falta uma força, e um ínicio que eu não sei de onde tirar e começar, um ponto de partida, não um ponto de fuga, me encontro em inercia absoluta. E tudo o que tenho feito parece "nada" perto de tudo o que sinto que posso fazer.
Está cada vez mais complicado me ajudar, mas eu sinto que vem por aí uma força que irá me ajudar a desaquendar dessas correntes. Já sei o que vou fazer e é já...
Foto retirada do Google

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